Author Archive by PNP Gerês

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica – Escondidas no seu mundo!

Mundo animal PNPGerês

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Nas nossas caminhadas pelo Parque Nacional, geralmente conseguimos ver a Cabra-Montês

É um animal selvagem e é normal quando sentem a presença humana fugirem

Mas em muitas caminhadas não as conseguimos ver, embora se fique com a sensação que elas andam por lá de olho em nós

Esta fotografia demonstra bem porque motivo pensamos isso

Se quiserem ver mais Cabras-Montês é só clicar na imagem abaixo

Se preferir flores então este artigo é melhor

Flores do nosso Parque Nacional

Todas as fotografias são do Luís Borges

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Num dia de muito calor, nada como recordar um de muito frio!

Abrigos Pastoris

A incrível Cabana do Conho

Em dias de calor sabemos que o pessoal procura os poços do Parque Nacional

Hoje decidimos ser diferentes e partilhamos uma fotografia do Inverno passado para refrescar um pouco mais

É caso para dizer: Fartos de poços, preferimos a neve!

Fotografia de Nuno Vieira

Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Fotografias de PNPGerês 

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Mundo animal PNPGerês

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Como sempre aos Sábados deixamos aqui a Cabra-Montês

Depois de dezenas de anos extintas, nos dias de hoje são uma presença quase frequente nas nossas caminhadas pelo interior do Parque Nacional

Aqui fica mais uma fotografia do Luís Borges

Se quiser ver o artigo principal é só clicar na imagem abaixo

Se não conhece o nosso jardim é só clicar na imagem abaixo

Todas as fotografias são do Luís Borges

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Grave acidente em Fecha de Barjas

Poços Do Parque Nacional

Fecha de Barjas, é um dos locais mais bonitos da Serra do Gerês mas também dos mais perigosos, onde já houve acidentes mortais até

Fica localizada em Ermida no final do Rio Arado

Hoje infelizmente foi dia de mais um acidente como dá notícia o jornal O Minho que pode consultar clicando no texto abaixo

“Pelo que foi possível apurar, a jovem, que tem dupla nacionalidade, terá caído para o local mais fundo daquela zona, conhecida como “cascatas do Tahiti”, acabando por fraturar internamente a tíbia, batendo também com a cabeça, situação que lhe provocou um traumatismo craneoencefálico.”

Tenham sempre muito cuidado quando visitam e frequentam estes locais

Faz uns meses partilhamos um artigo onde estavam a pensar proibir os banhos na mesma que podem consultar aqui -> “Tahiti” – Proibido banhar – Perigo de morte!

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Fotografias de PNPGerês Fonte da Notícia O Minho

Era uma vez…Uma cascata cheia de gente!

Código de Conduta

Cascata do Arado

Numa altura em que se fala que o “Gerês” este verão está às moscas, influenciado talvez por algumas partilhas típicas que ocorrem todos os anos, eis que surge uma nova medida seguramente pensada para minimizar tal impacto. 

Vamos lá fechar o trânsito até à cascata mais visitada de todo o Parque Nacional 

Nós por cá vamos continuar a divulgar estas maravilhas para quem não pode visitar o nosso único Parque Nacional 

Fica o aviso da proibição para os que podem visitar o mesmo, principalmente a cascata do Arado 

Fonte -> Comunicado Urgente

“Em função das condições atmosféricas muito adversas, foi emitido a 17 de julho um despacho conjunto pelos Ministérios da Defesa Nacional Admisntração Interna, Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Saúde, Ambiente e Ação Climática, Agricultura e Almentação  que Declara a Situação de Alerta, devido ao risco de incêdio rural entre as 00h00 do dia 18 de julho e as 23h59 do dia 19 de julho, isto para o todo o teritório nacional.

Ora, para além dos considerandos e proibições cosntantes do despacho anexo e segundo as datas nele contidas, o Município  de Terras de Bouro estipula também a seguinte situação restritiva até dia 15 de setembro:

· Proibição de circulação de viaturas no acesso à Cascata do Arado com exceção para residentes, naturais, proprietários,operadores turisticos e viaturas oficiais.

Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Fotografias de PNPGerês 

O Gado e a Serra

Código de Conduta

O Gado e a Serra

Por esta altura o gado já anda nas Serras do Parque Nacional

Normalmente a época das vezeiras começa a 1 de Maio e termina a 30 de Setembro

Se andar pela serra e acontecer algo suspeito contacte as autoridades locais sempre que detete alguma irregularidade

Aqui fica mais uma magnífica fotografia do Luís Borges 

Deixamos ainda mais algumas fotografias partilhadas por nós em artigos anteriores

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a)

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Cabana Do Vale Da Teixeira

Abrigos Pastoris

Quem visita a Cascata do Arado e cai na tentação de seguir montanha acima, seguramente já deu com o trilho que nos leva até ao Vale da Teixeira

É um vale majestoso com alguns kms de trilho magníficos

Nesse mesmo vale existem dois abrigos sendo um deles o do Vale da Teixeira

Aqui ficam algumas fotografias do mesmo

(para saber mais basta clicar nas palavras a laranja)

Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Fotografias de PNPGerês 

Turistas retirados de certas zonas da Serra do Gerês – Rio Arado & Rio Homem

Código de Conduta

Proibida a circulação e permanência em áreas florestais

Faz uns anos, segundo alguns intelectuais tudo estava bem pelo Parque Nacional, no entanto isto que O Minho faz notícia nunca seria possível

“A GNR e o ICNF (Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas) retiraram os turistas das cascatas do rio Arado e do rio Homem, durante esta segunda-feira, em todos os acessos proibidos ao Parque Nacional da Peneda-Gerês, muito em especial no concelho de Terras de Bouro, por estar proibida a circulação e permanência nas áreas florestais, motivada pela Situação de Contingência com a Passagem de Alerta Especial Nível Vermelho, em vigor pelo menos até às 23:59 da próxima sexta-feira.”

O mais caricato é que segundo O Minho refere, a Fecha de Barjas onde querem proibir os banhos está disponível. A verdade é que ela é maravilhosa como podem ver nas fotografias abaixo

Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Fotografias de PNPGerês Fonte da Notícia: O Minho

Choque térmico – Muito cuidado!

O Parque Nacional nesta altura do ano é visitado por milhares e milhares de pessoas, que procuram os seus magníficos poços e fechas

Mais uma vez deixamos aqui o alerta que devem ter imenso cuidado e irem preparados para esses locais com calçado apropriado

Mas hoje vamos aproveitar um artigo da Visão Saúde para alertar as consequências de um choque térmico

O que é um choque térmico e que consequências (graves) pode ter

“José Carlos Almeida Nunes, especialista em Medicina Interna no Hospital Lusíadas, em Lisboa, fala à VISÃO sobre o perigo dos choques térmicos no verão. E não, o risco não existe apenas quando se mergulha em água fria depois de ter passado muito tempo ao sol

Quando pensamos em choque térmico, associamos, normalmente, a combinação de excesso de calor ou exposição intensa ao sol com o contacto súbito com água fria. Mas o especialista em Medicina Interna José Carlos Almeida Nunes explica que este não é o único caso em que um choque térmico pode ocorrer: basta estar num ambiente quente/muito quente e, de forma brusca, passar a um ambiente muito frio, como entrar um espaço com o ar condicionado muito frio.

Um choque térmico normalmente não tem consequências graves, mas, sublinha o médico, pode tê-las.

“Como se sabe, o calor dilata as artérias e diminui a pressão arterial. Pelo contrário, o contacto brusco com um ambiente muito frio vai provocar uma vasoconstrição brusca, subida da pressão arterial e, em pessoas idosas com problemas cardíacos, a mudança súbita para um ambiente frio pode desencadear uma crise de angina de peito, uma subida perigosa da pressão arterial e tendência para arritmias no coração”, explica.

As crianças, também são um grupo de risco nestas situações, assim como os asmáticos e as pessoas com doença respiratória crónica.

Uma forma de evitar o choque térmico? Ser cuidadoso: “antes de mergulhar de cabeça numa água muito fria, e especialmente se esteve deitado na sua toalha de praia sob um sol intenso, entre na água de forma progressiva. Primeiro até aos joelhos, depois refresque braços e cabeça, isto durante alguns minutos e então sim, está mais preparado para, sendo um individuo com risco cardiovascular, entrar totalmente na água e desfrutar de forma segura.”

UM EFEITO POUCO CONHECIDO

O choque térmico pelo frio, pode também provocar uma paralisia periférica do nervo facial, chamada paralisia de Bell.

“O indivíduo fica com a boca descaída dum lado e o olho desse mesmo lado com dificuldade em fechar, consequência de as pálpebras perderem subitamente a força muscular”, segundo José Carlos Almeida Nunes. “Pode ser o pânico! A pessoa vê-se ao espelho e pensa estar a fazer um AVC (Acidente Vascular Cerebral), mas não!”, acrescenta.

O especialista explica que o braço e a perna não perderam a força, “foi o choque térmico pelo frio que lesou (paralisou), o seu nervo facial, não houve portanto qualquer lesão no cérebro”.

ALGUNS EXEMPLOS FATAIS

José Carlos Almeida Nunes deixa ainda alguns exemplos de choque térmico com final que pode ser dramático:

– Uma criança pequena fica dentro dum carro com os vidros fechados num ambiente quente e com o carro exposto ao sol. A mãe ou o pai, foram fazer uma compra já ali… a cada 5 minutos que passam, a temperatura dentro do veículo sobe cerca de 10º celsius o que, juntamente com a diminuição de oxigénio, torna o ambiente dentro do habitáculo muito perigoso, podendo matar em cerca de trinta minutos!”

– Outra situação não rara: dia de muito calor, o condutor do veículo, aciona o ar condicionado para temperaturas extremamente baixas, conduz de vidros fechados nestas condições durante tempo prolongado. Finalmente, chegado ao destino, sai para a rua e apanha literalmente uma súbita e intensa baforada de calor. Passa de 18 para 38º celsius! A dilatação intensa dos vasos sanguíneos, provocada pelo calor determina uma baixa rápida e acentuada da pressão arterial, uma chamada de sangue à pele e aos tecidos subcutâneos, com roubo de sangue e oxigénio a órgãos vitais como o cérebro e coração. Na pessoa com doença cardíaca prévia pode haver crise de angina de peito/enfarte ou até AVC por baixa súbita da irrigação cerebral. “Nesta situação em concreto deve haver o bom senso de não utilizar o ar condicionado em arrefecimento/aquecimento extremos, de modo a evitar se esta mudança tão brusca da nossa exposição a temperaturas extremas e opostas”, pede o especialista. “Pare o carro quando chegar ao destino, abra o vidro deixe o ar do habitáculo misturar-se um pouco com o ar exterior e saia devagar”.

O PERIGO DE “INTERMAÇÃO”

A exposição excessiva ao calor com falta de hidratação pode levar à intermação, que é uma forma de choque térmico grave, podendo não tratado prontamente levar à morte! Os recém-nascidos, os idosos, os doentes cardio-pulmonares graves e aqueles com perturbações neurológicas são os mais suscetíveis. Normalmente, nestes casos, a temperatura corporal anda à volta de 40º, há rapidamente alterações do estado mental, com alteração da consciência, sonolência e mesmo coma. As convulsões são frequentes.

“Uma das causas desta intermação são os esforços físicos violentos ao calor, caso de atletas de fundo/militares, sendo a desidratação um fator importantíssimo na génese destas situações”, explica.

O que fazer?

– Como em todas as situações de choque térmico pelo calor, refere o médico, o individuo deve ser posto imediatamente num local à sombra, fresco, arejado e, se, possível arrefecido;

– O arrefecimento em água fria, pode ajudar, ou, no mínimo, colocar um lençol com água fria na pele;

– O resfriamento por evaporação é útil salpicando o sinistrado com água morna ( melhor do que água fria), num espaço ventilado;

– Administração imediata líquidos de imediato, embora muitas vezes, nesta situação extrema, seja preciso recorrer a líquidos intravenosos (soros).”

Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!

Fotografias de PNPGerês

Cabra & Energia Sustentável

Mundo animal PNPGerês

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Como sempre aos Sábados deixamos aqui a Cabra-Montês

Depois de dezenas de anos extintas, nos dias de hoje são uma presença quase frequente nas nossas caminhadas pelo interior do Parque Nacional

Aqui fica mais uma fotografia do Luís Borges

Se quiser espreitar o artigo principal da Cabra-Montês basta clicar na fotografia

Algumas das fotografias partilhadas em semanas anteriores

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

Grupo PNPGerês – Acompanhe o PNPGerês no Facebook, no Instagram e no Twitter!