PNP Gerês

Parque Nacional da Peneda-Gerês

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Cabra-Montês – Capra Pyrenaica – Ao longe mas cada vez mais perto!

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Mantenha-se a distância dos animais, não os alimente, observe-os com binóculos

Mais um grande momento captado pelo nosso amigo Manel Silva em terras do Parque Nacional em concreto na serra do Gerês

Com a tecnologia fotográfica sempre a evoluir o longe fica cada vez mais perto

0B88FB26-D330-41A3-BC06-A93118974D9E-1024x683 Cabra-Montês – Capra Pyrenaica - Ao longe mas cada vez mais perto!

Deixamos ainda mais algumas fotografias partilhadas pelo Manel Silva em artigos anteriores

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

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Quando o dia nasce – Nascer do dia visto da Serra do Gerês

Nascer do dia visto da Serra do Gerês

Tenha presente que os imprevistos podem acontecer. Assim, previna-se com agasalhos, alimentos, água e protetor solar. Poderá munir-se também de telemóvel, lanterna e isqueiro (para uso apenas em caso de emergência). Tome em atenção que, em locais remotos, poderá não haver rede.

Andar pelo Parque Nacional é uma maravilha, mas estar parado a ver o nascer do sol é ainda melhor

Foi o que o Nuno Vieira membro do nosso grupo fez e nos mostrou com este incrível momento

Desde a serra do Gerês a olhar para o nascer do dia, onde é possível ver a Meda da Rocalva, o Borrageiro, Porta Ruivas e muito mais!

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja ) 

244739073_4604674569582886_4687979588190508906_n-1024x683 Quando o dia nasce - Nascer do dia visto da Serra do Gerês

Com nevoeiro, trovoadas, chuva e ventos frios evite andar pela montanha. Se tiver de o fazer, tenha especiais cuidados, pois é fácil uma pessoa cansar-se e perder-se. Em algumas áreas, como no Parque Nacional da Peneda-Gerês, os/as pastores colocaram, estrategicamente, pequenos amontoados de pedras sobre os penedos e que ajudam à orientação em dias de nevoeiro. Porém, não arrisque, se for surpreendido(a) pelo mau tempo, regresse imediatamente!

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Os Garranos e o Parque Nacional – A Lagoa

Garranos no Parque Nacional

Mantenha-se a distância dos animais, não os alimente, observe-os com binóculos

O Garrano é considerado um cavalo rústico, de montanha, sendo o seu passo muito firme e os seus cascos muito fortes.

É um animal muito resistente às intempéries e à falta de alimento.

Nos dias de hoje habita em estado semisselvagem em todas as serras do Parque Nacional e é muito comum serem avistados em maior parte das caminhadas.

Neste dia o nosso trilho começou em Xertelo, passou pelas ruínas das Minas dos Carris, Nevosa e muitos outros locais

Passamos por dezenas de Garranos, deixamos aqui alguns deles nesta fotografia

IMG_2423-01-1-1024x683 Os Garranos e o Parque Nacional – A Lagoa

Ficam aqui mais algumas fotografias já partilhadas anteriormente

Compre produtos locais e respeite as tradições. Ajuda, assim, as populações que cuidam da natureza que você aprecia

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Fotografias de PNPGerês

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica – Quem será que vem aí? – Luís Borges

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Como sempre aos Sábados deixamos aqui a Cabra-Montês

Depois de dezenas de anos extintas, nos dias de hoje são uma presença quase frequente nas nossas caminhadas pelo interior do Parque Nacional

Aqui fica mais uma fotografia do Luís Borges

Se quiser espreitar o artigo principal da Cabra-Montês basta clicar na fotografia

244647552_4817978261548301_6229332443408186202_n Cabra-Montês – Capra Pyrenaica – Quem será que vem aí? – Luís Borges

Deixamos ainda mais algumas fotografias partilhadas anteriormente

Compre produtos locais e respeite as tradições. Ajuda, assim, as populações que cuidam da natureza que você aprecia

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Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Mantenha-se a distância dos animais, não os alimente, observe-os com binóculos

Ora aqui está mais uma fotografia da Cabra-Montês – Capra Pyrenaica tirada pelo nosso amigo Manel Silva

DEDD1954-B5E5-4646-A100-37AD8788C583-1024x683 Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Algumas das fotografias partilhadas pelo Manel Silva em artigos anteriores

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

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Nós e o Parque Nacional – Dias de tempestade – Serra Amarela

Nós e o Parque Nacional

Acima dos 800 m existem, por vezes, rápidas alterações climatéricas, previna-se.

Neste dia fomos caminhar pela serra Amarela seguindo partes do traçado da GR 34 com início na Barragem de Vilarinho das Furnas

Como gostamos de inventar fomos espreitar a Cabana do Ramisquedo e um pouco do que existe perto

Mais uma vez o dia começou cheio de sol e acabou em tempestade, como já se fazia prever na altura em que tiramos esta fotografia

Foi um dia de 4 estações como gostamos de dizer e acima de tudo viver

IMG_0755-01-1024x683 Nós e o Parque Nacional - Dias de tempestade - Serra Amarela

Deixamos ainda mais algumas fotografias de momentos vividos no Parque Nacional

Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes

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Fotografias de PNPGerês

Quando uma Cabra parece um Lobo a uivar!

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

Já são vários os momentos que o nosso amigo Manel Silva tem da Cabra Montês

Aqui fica mais um muito interessante

F1D3242D-68BB-40B0-B731-BF0F60EFA061-1024x787 Quando uma Cabra parece um Lobo a uivar!

Algumas das fotografias partilhadas pelo Manel Silva em artigos anteriores

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

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Planta extremamente tóxica ou mortal – Taxus baccata L., Serra do Gerês

Não apanhe plantas, nem recolha amostras geológicas, deixe que os outros visitantes também possam contemplar a sua riqueza

“Bosques mistos em zonas montanhosas. Em vales profundos, barrancos e encostas íngremes, geralmente próximo de linhas de água. Por vezes ocorrem pequenos núcleos onde é dominante – teixedos/teixeiras. Em substratos ácidos.”

Planta extremamente tóxica ou mortal

Categoria de ameaça IUCN em Portugal ContinentalEm Perigo

242573539_4772874142725380_524252923937985664_n Planta extremamente tóxica ou mortal - Taxus baccata L., Serra do Gerês
242518136_4776322209047240_4840558221557713002_n-1 Planta extremamente tóxica ou mortal - Taxus baccata L., Serra do Gerês

Fotografias de Luís Borges

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

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Cabra-Montês – Capra Pyrenaica – Na terra das montanhas magníficas!

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

Mais um grande momento deste magnífico animal em terras da serra do Gerês

Seguramente estaria a pensar: Estes Humanos estão cada vez mais parecidos com nós, só gostam de trepar montanha

Aqui fica mais uma fotografia deste lindo animal tirada pelo nosso amigo Manel Silva

22259633-7EC1-482F-B7FB-7AE9F4E5DBCA-1024x631 Cabra-Montês – Capra Pyrenaica – Na terra das montanhas magníficas!

Algumas das fotografias partilhadas pelo Manel Silva em artigos anteriores

Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.

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Visitar a “lixeira” das Minas dos Carris – Um manual para futuros intelectuais de Montanha – IV

História ou Lixeira?

Como referimos semana passada o complexo mineiro dos Carris fica inserido numa área de proteção parcial de tipo I e não requer autorização para se lá andar (apenas para grupos até 10 pessoas)

Nesse mesmo artigo fizemos referencia ao âmbito e objectivos dessa classificação

Hoje deixamos aqui algumas disposições específicas das áreas de protecção parcial de tipo I

1 —  Nas áreas de protecção parcial de tipo I a actividade humana é permitida:

a) Para fins de investigação científica;

b) Para fins de monitorização ambiental ou patrimonial, realização de acções de salvaguarda e vigilância da área e dos interesses de conservação que levaram à sua classificação ou acções de gestão dos ecossistemas;

c) Para beneficiação de pastagens, incluindo o recurso ao uso do fogo;

d) Para fins de manutenção de caminhos e beneficiação de trilhos, incluindo respectiva sinalética e sinalética de índole cultural;

e) Para obras de demolição de edifícios ou construções;

f) Para fins de visitação em trilhos, estradas, caminhos existentes ou outros locais autorizados;

g) Para fins de pastoreio tradicional extensivo;

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h) Para práticas tradicionais de apicultura;

i) Para práticas de roça de mato, de corte e apanha de lenha e de recolha de frutos e cogumelos silvestres e aromáticas quando efectuadas por residentes ou proprietários dos terrenos, para fins de autoconsumo;

j) Para o trânsito, motorizado e não motorizado, de residentes;

l) Em situações urgentes de risco ou calamidade.

2 —  Nas áreas de protecção parcial de tipo I, estão sujeitas a autorização do ICNB, I. P.:

a) As actividades referidas nas alíneas a) a  e) e na alínea  g) do número anterior;

Ruinas-Minas-I-1024x683 Visitar a “lixeira” das Minas dos Carris – Um manual para futuros intelectuais de Montanha – IV

Visitar a “lixeira” das Minas dos Carris – Um manual para futuros intelectuais de Montanha – I

Visitar a “lixeira” das Minas dos Carris – Um manual para futuros intelectuais de Montanha – II

Visitar a “lixeira” das Minas dos Carris – Um manual para futuros intelectuais de Montanha – III

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a)

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Fotografia de PNPGerês

Sábado já voltamos a este tema…