Pradolã
“Antigamente quando um casal estava preste a casar-se, era necessário que o homem, comprometido com tal compromisso, fosse, só, à serra, no início da primavera, buscar lã para ofertar à futura esposa (ainda donzela)
a flor da erva do algodão (Eriophorum angustifolium), uma flor alvíssima muito sedosa, alada, considerada por todos uma relíquia sagrada, muito poderosa, uma dádiva da montanha.
Está flor profícua à mulher terá muito a ver com a sua condição feminina, onde a pureza assume um papel sagrado muito preponderante – são juramentos eternos.
Existem locais na Serra que, a sua denominação, lembra este antigo ritual, é o caso, por exemplo, de Pradolã, em Fafião.”
Texto e fotografia de Luís Borges
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