O nome do Parque Nacional esconde uma das serras mais bonitas existentes por lá
Da forma a mostrar ao país e ao mundo a beleza desta serra todas as semanas vamos partilhar uma fotografia retirada da página do Facebock que um grupo de amigos e habitantes de Soajo criaram para dar a conhecer a mesma, mas também a proteger
Situada nas terras frias transmontanas esta montanha tem 1458 metros de altura e estar la em cima é algo que um caminheiro deve fazer pelo menos uma vez na vida.
Como sempre aqui ficam algumas fotografias
Se não conhece a Nevosa é só clicar na fotografia abaixo
A 11 de dezembro comemora-se anualmente o Dia Internacional da Montanha.
O seu objetivo é sensibilizar para a conservação das Montanhas, tendo em conta o seu papel nos ecossistemas, bem como os atuais problemas de sobrexploração e outros derivados das alterações climáticas que as afetam negativamente.
Este dia foi implementado através da Resolução 57/245 da Assembleia Geral da ONU, a 20 de dezembro de 2002.
Meda Da RocalvaNevosaNevosaPorta Ruivas & BorrageiroPé de CabrilPé de MedelaMontanhas de PitõesFonte FriaBorrageiroMontanhas de PitõesChamiçais Acima das nuvensPé de Medela Fraga de BruzaleitePorta Ruivas
Quando caminhamos pelo Parque Nacional tentamos observar tudo o que nos rodeia, e com frequência dizemos uns para os outros “Não se esqueçam de olhar para trás”
Neste artigo é caso para dizer: Não se esqueçam de olhar para o céu
A cabana do Cando é uma das muitas existentes pela serra do Gerês e está rodeada por uma incrível envolvência paisagística
Tude de Sousa, no seu livro “Gerez – Notas Etnográficas, Arqueológicas e Históricas”
“(…)Para o estadio em cada curral tem o pastor, como já dissemos, o seu fôrno, ou cabana, onde se recolhe e abriga. São construções tôscas, ligeiras, de pedras sêcas, mal dispostas geralmente, umas revestidas e outras não de torrões, tapando os intervalos. Cobertas umas de telhas redondas, à portuguesa; cobertas outras de torrão, guarnecendo pedras largas e delgadas.
As suas dimensões e capacidade não são grandes: 2 a 2,50 metros de alto, por 2,50 e 3 metros de comprido, com as portas baixas, por onde o homem passe curvado e por elas não entre o gado. Três a seis, ou oito pessoas, é o máximo que nelas caberão.
A cobertura de uns fornos é redonda, aguçada; a de outros com armação em duas águas.
O pavimento coberto de fetos ou mato meúdo para amaciar a dormida e junto da porta, do lado de fora, em muitos formos, a pia, ou pias, cavadas na rocha firme, ou móveis, para a comida e bebida do cão, inseparável companheiro e amigo da montanha. A porta de serventia, única, tapada apenas por alguns gravetos de mato ou ramaria, indicadores só de uma linha de respeito.
O travejamento é tôsco, como a construção em que se emprega, e fornecido sempre pelos carvalhos mais próximos, que os há com fartura na serra, brotando e crescendo com espontânea pujança naquele solo abençoado.
Esta habitação e os costumes que descritos ficam, são mais ou menos comuns a todos os povos da serra, e não só so de Vilar da Veiga, pelo que, a não ser com alguma variação , se encontra nos homens e nos usos de Rio Caldo, de Covide, de S. João do Campo e Vilarinho, de Cabril e de Pitões e por aí fora, até termos de Suajo e Londodo, por um lado; até termos de Barroso e Montalegre, pelo outro. “(…)