Author Archive by PNP Gerês

Os Olhares do CáJó – Cela Cavalos

Os Olhares do CáJó

Segundo ele:

“Uma das minhas favoritas…com as cores naturais de Outono!”

Cela Cavalos cheia de força, no mundo maravilhoso da freguesia de Outeiro

Partilha original – > Grupo PNPGerês

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja ) 

124144430_804465686792865_2767638138198033320_n Os Olhares do CáJó - Cela Cavalos

Mais Olhares do CáJó em baixo – basta clicar nas palavras a laranja

Os Olhares do CáJó – Rio Pomba

O Escorrega da Touça

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).

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Fotografias do CáJó

Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 – Incrível

Vilarinho da Furna, Agosto / 1979

Mais uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Antonio MBaptista

“Menos de 10 anos após o lamentável e sempre chorado afundamento da aldeia de Vilarinho da Furna, o rio Homem era completamente esvaziado, permitindo observar uma aldeia tornada fantasma, a sua formidável veiga na margem direita do Homem, agora inútil, retalhada por uma infinidade de muros, ainda completos, de seixos rolados (localmente chamados de jógas ou cóios) amontoados sem qualquer argamassa, criando uma geometria que só a perspectiva de um drone teria então captado em toda a sua beleza.

123625647_1478631605655806_6897483753594537377_o-1024x703 Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 - Incrível

Agora que se vão “comemorar” os 50 anos do desaparecimento de Vilarinho da Furna, recordo nestas imagens o primeiro levantamento fotográfico que fiz deste sítio, que se tornara um ícone nos estudos da nossa etnografia após a publicação do livro de Jorge Dias, “Vilarinho da Furna, uma aldeia comunitária”, Porto, 1948, que constituíra a sua tese de doutoramento em Volkskunde, na Universidade de Munique, que assim era revista e actualizada para a língua portuguesa. Uma obra ainda hoje de grande actualidade (entretanto reeditada), ilustrada pelos desenhos do talentoso Fernando Galhano.

123634642_1478631628989137_4654237843814020104_o-1024x645 Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 - Incrível

As casas de Vilarinho da Furna, que nesta imagem estavam já completamente destelhadas, a lembrarem um povoado da arqueologia clássica do Médio Oriente, seriam já nos anos 80 ainda mais desmanteladas pelo reaproveitamento de muitas das suas pedras, impecavelmente talhadas, que foram levadas para a construção do museu de Vilarinho, que hoje pode ser visitado junto à Porta do PNPG, de Terras de Bouro..

Não deixa de ser irónico que na comemoração que ora se faz do cinquentenário da criação do PNPG, se “comemorem” simultaneamente os 50 anos do desaparecimento de um dos seus mais emblemáticos povoados, como era a aldeia “comunitária” de Vilarinho da Furna.

123586403_1478658262319807_784267330648577203_o-1024x703 Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 - Incrível

A última imagem é talvez a mais simbólica, pois é sintomática da morte da aldeia. É o carneiro tumulário deixado no antigo cemitério de Vilarinho, de onde todos os mortos tinham, entretanto, sido retirados…”

123438477_1478658295653137_5887259714197416749_o-688x1024 Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 - Incrível

Se quiser espreitar a partilha A Geira Romana basta clicar na fotografia abaixo

121129628_1455492444636389_7732541503227147928_o-1024x683 Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 - Incrível

Se quiser espreitar a partilha Várzea basta clicar na fotografia abaixo

121814110_1463378050514495_5566885426973655784_o-1024x682 Vilarinho da Furna, Agosto / 1979 - Incrível

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

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A tartaruga de Castro Laboreiro!


“As muitas fotografias publicadas na Internet pelos turistas deram a conhecer ao mundo um dos segredos mais bem guardados do PNPG. É conhecido informalmente como a “tartaruga de Castro Laboreiro”, precisamente por ser um penedo em forma de tartaruga. Trata-se de uma bola granítica que, por capricho da geologia, ao longo dos milénios ganhou uma forma arredondada, com uma saliência que faz lembrar o pescoço e cabeça de uma tartaruga. Está situada no vale de Castro Laboreiro, a caminho do Castelo local…..”

Texto e fotografia de Ana Bela Monteiro no grupo PNPGerês

123531285_4574041332666563_3371903298939669638_o-1024x768 A tartaruga de Castro Laboreiro!


Obrigado pela sua visita e partilha – Parque Nacional – Portugal – www.pnpgeres.pt


Momento – XLIV

Momentos

Parque Nacional é sem dúvida um local de excelência para se captar momentos

Depois das Cabra-Montês – Capra Pyrenaica, das Flores do nosso Parque Nacionale da Víbora cornuda …Vipera latastei… No Gerês chega mais um artigo com os incríveis registos do Luís Borges

Aqui está o 32º Momento

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja ) 

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Para ver o artigo principal dos Momentos Luís Borges basta clicar AQUI

Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

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Nós e o Parque Nacional – XLIV

Nós e o Parque Nacional

A olhar para o Vale do Alto Homem

Muito perto do Cabeço do Cantarelo

48383220_1135419633288387_5214246642743508992_o-1024x576 Nós e o Parque Nacional - XLIV

Se quiser espreitar o artigo principal do Nós e o Parque Nacional basta clicar na fotografia abaixo

48957972_1145087672321583_3093619481079971840_o-1024x683 Nós e o Parque Nacional - XLIV

Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado (um contentor ou um ecoponto). O lixo, principalmente o plástico, pode ser ingerido por animais, causando-lhes a morte. Não abandone os resíduos. Recicle, evitando assim o desperdício de matérias primas e a destruição de áreas naturais.

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Momento – XLIII

Momentos

Parque Nacional é sem dúvida um local de excelência para se captar momentos

Depois das Cabra-Montês – Capra Pyrenaica, das Flores do nosso Parque Nacionale da Víbora cornuda …Vipera latastei… No Gerês chega mais um artigo com os incríveis registos do Luís Borges

Hoje em vez da habitual fotografia deixamos um conjunto delas em plena Serra do Soajo

Aqui está o 31º Momento

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400268_519446871401483_1312468226_n Momento – XLIII
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Para ver o artigo principal dos Momentos Luís Borges basta clicar na fotografia abaixo

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Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

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Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Fotografias de Jorge Soares partilhadas no Grupo PNPGerês

Para ver a partilha original basta clicar nas mesmas

História

“O santuário foi construído entre os finais do século XVIII e o terceiro quartel do século XIX. A igreja foi terminada em 1875, embora seja provável que a tradição secular de Nossa Senhora das Neves e a dinâmica beneditina estabelecida pelo percurso dos monges do arcuense Mosteiro de Ermelo para Fiães, em Melgaço, desse lugar ao estabelecimento de um pequeno espaço de culto em redor do século XIII.

Mesmo o Rei Dom João VI de Portugal, verificando-se que a dimensão nacional deste templo mariano, agraciou a Confraria de Nossa Senhora da Peneda com o título de Real Confraria.

Diante da igreja encontra-se o escadório das virtudes, com estátuas representando a Fé, a Esperança, a Caridade e a Glória, datado de 1854, obra do mestre Francisco Luís Barreiros.

122040493_3423391311114792_713262281106357284_o-682x1024 Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Após um largo triangular onde se situam os antigos dormitórios para os peregrinos (hoje transformados num hotel), o santuário desenvolve-se numa alameda arborizada em escadaria, com cerca de 300 metros e 20 capelas, com cenas da vida de Cristo (Natividade e Paixão). Uma das capelas ostenta uma inscrição que atesta ter ela sido oferecida pelo negus da Etiópia. Ao fundo da alameda, numa praça circular, situa-se um pilar oferecido pela rainha Maria I de Portugal.

121991215_3415175668603023_8227171544118718371_o-682x1024 Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Na primeira semana de Setembro realiza-se no santuário um grande arraial popular e uma enorme festividade, com um dia, inclusive, dedicado aos romeiros galegos, numa conjugação única de tradição, religiosidade e celebração popular.

Diz a lenda que ter-se-ia verificado uma aparição da Virgem, Nossa Senhora das Neves, em 5 de Agosto de 1220, a uma pequena pastora

A mesma lenda reporta-se a uma passagem anterior: por volta de 716 ou 717 os cristãos, fugidos ante a invasão dos sarracenos, teriam deixado uma imagem entre as enormes fragas da Serra da Peneda.

Implantada uma ermida/templo medieval, o culto de Nossa Senhora da Peneda aumentou gradualmente em Portugal e na Galiza, afluindo largos milhares de romeiros ao longo do ano, mas muito especialmente na primeira semana de Setembro.

O Templo enquadra-se harmoniosamente em majestoso trecho da serrania, tendo ao longo do pictórico vale vinte capelas onde se evocam as cenas bíblicas de maior intensidade, precedida de um átrio com as imagens do quatro evangelistas.

Culmina, este invulgar santuário, por um condigno pórtico e escadaria com patamar onde se ergue imponente coluna encimada pele imagem de S. Miguel Arcanjo.

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Foi nos últimos três séculos que o Santuário beneficiou de maior impulso, sob os pontos de vista espiritual e materialmente, a ponto de constituir presentemente o Altar de Fé mais em evidência na região setentrional do País.

Ultimamente, foi-lhe acrescentada uma segunda torre, o que pôs termo ao desequilíbrio arquitectónico, obra onerosa da diligente Mesa da Irmandade, constituída pelos Srs. Rev.° Padre José Borlido de Carvalho Arieiro, José Machado Veloso e Araújo Dias.”

Fonte do texto: Wikipedia

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes

Várzea

Várzea – O passado

Mais uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Antonio MBaptista

Várzea, Agosto de 1983. Na fronteira luso-galaica, na margem direita do rio Castro Laboreiro. Num tempo em que felizmente não havia ainda passadiços que não as poldras e pontes rústicas em rios e ribeiras e a paisagem deste sítio mantinha ainda alguma da sua “pureza” original. Nesse ano fiz o inventário arqueológico da área em território português que seria afectada pela barragem do Alto Lindoso, no Lima, cuja albufeira penetrava profundamente no Castro Laboreiro (a quem neste sítio também se lhe chamava rio da Várzea). Mas, de tudo o que vi e revi pedibus calcantibus, o que mais impacto me causou foi o afogamento da notável veiga desta aldeia (o mesmo tinha já acontecido a Vilarinho das Furnas, no rio Homem), que assim se descaracterizou até hoje. Paisagem transformada e harmonicamente trabalhada desde há séculos, ela é uma consequência da chamada revolução do milho. Não passo por este sítio que não me lembre sempre desta imagem de um magnífico povoamento de montanha, inteligentemente encaixado nos contrafortes da serra, aproveitando o largo terraço que o curso do Laboreiro ali formou ao longo de milénios. Uma imagem para a história…”

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja )

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Se quiser espreitar a partilha A Geira Romana basta clicar na fotografia abaixo

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Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

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Plantas e animais – Relações de interdependência

Plantas e animais – Relações de interdependência

Mais uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Miguel Brandão Pimenta

“No mundo das plantas as sementes são os órgãos da perpetuação. Necessitam contudo de quem as liberte da planta-mãe, na altura certa, na maturação. E precisam também de um disseminador que as leve para áreas mais distantes por forma a criarem novos núcleos de povoamento.

121186196_10217861028464907_1499056265389337761_o-1024x768 Plantas e animais - Relações de interdependência

No caso do teixo e para Albergaria – podíamos dar muitíssimos exemplos – os principais disseminadores são alguns dos mamíferos que habitam os carvalhais como a fuinha, a marta, a geneta, a raposa e muitas aves migradoras que por esta altura chegam à Reserva Biogenética. São animais capazes de transportar sementes a grandes distâncias depois de ingerirem os frutos podendo inclusive – através da influência das substancias quimícas no trato intestinal – aumentar a capacidade germinativa e em alguns casos promover a sua germinação antecipada.

Contudo, para que as aves e os mamíferos possam ingerir o fruto de uma espécie tão tóxica como teixo – a casca, as folhas e as raízes são venenosas – é necessário que haja um estímulo poderoso. Há muito que os animais da floresta aprenderam que o fruto do teixo não é venenoso. Mas é o aspecto apelativo do arilo, de tom escarlate, que serve de estímulo aos animais, uma caracteristica que o teixo desenvolveu ao longo de milhões de anos de evolução.

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Enfim, uma relação de simbiose em que todos os organismos envolvidos só têm a ganhar. Os teixos fornecem alimento e os animais “agradecem” propagando-o pelos quatro cantos da floresta.”

Não apanhe plantas, nem recolha amostras geológicas, deixe que os outros visitantes também possam contemplar a sua riqueza

A Geira Romana

Bracara Avgvsta (actual Braga) a Astvrica Avgvsta (actual Astorga)

Uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Antonio MBaptista

“A Geira Romana é o nome popular de um troço da Via XVIII do Itinerário de Antonino (um roteiro redigido no século III, provavelmente a partir de versões anteriores), no seu passo pela serra do Gerês. Ligava Bracara Avgvsta (actual Braga) a Astvrica Avgvsta (actual Astorga) num percurso de CCXV milhas (c. de 318 quilómetros). Também era conhecida como VIA NOVA, sendo construída no último quartel do século I d.C., sob a dinastia dos Flávios (Vespasiano, Tito e Domiciano).

Para além do seu traçado regular, em território de montanha, ser uma obra prima da engenharia militar romana, nela se concentrava a maior colecção de miliários (marcos sinalizadores das milhas) de todo o império, um aspecto ainda hoje intrigante. A milha 0 estava em Bracara, assinalada hoje simbolicamente por um miliário moderno frente ao Museu Pio XII, no Largo de Santiago. O actual território do PNPG guarda as abundantes evidências arqueológicas entre as milhas XXIX (na Volta do Gavião, frente à antiga aldeia de Vilarinho das Furnas, perto de uma antiga trincheira da Guerra Peninsular) e a XXXIV (na Portela do Homem).

Esta foto mostra uma perspectiva da milha XXIX, com um dos mais antigos miliários da Geira em primeiro plano, à esquerda. O facto de ter insculpido o nome de Caivs Calpetanvs Rancivs, que foi governador da Hispânia Citerior entre 78 e 81 d.C., permite atribuir-lhe esta cronologia, sendo portanto da abertura original da Geira. Este sítio foi escavado em 1992, num trabalho que ali realizei em colaboração com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, e os miliários, em número de 13 (entre inteiros e fragmentados) foram então reagrupados. E assim podem hoje ser observados.

A importância de todos estes vestígios justifica que esta via romana seja classificada como Património Mundial da Unesco, devendo esta ser uma das próximas propostas a apresentar por Portugal a esta organização internacional. (foto de 2019)”

Para ver a partilha original basta clicar na fotografia

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Um troço menos conhecido da Geira Romana na Mata de Albergaria (vale do rio Homem)

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Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda