PNP Gerês

Parque Nacional da Peneda-Gerês

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Momento – XLIV

Momentos

Parque Nacional é sem dúvida um local de excelência para se captar momentos

Depois das Cabra-Montês – Capra Pyrenaica, das Flores do nosso Parque Nacionale da Víbora cornuda …Vipera latastei… No Gerês chega mais um artigo com os incríveis registos do Luís Borges

Aqui está o 32º Momento

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja ) 

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Para ver o artigo principal dos Momentos Luís Borges basta clicar AQUI

Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

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Nós e o Parque Nacional – XLIV

Nós e o Parque Nacional

A olhar para o Vale do Alto Homem

Muito perto do Cabeço do Cantarelo

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Se quiser espreitar o artigo principal do Nós e o Parque Nacional basta clicar na fotografia abaixo

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Traga consigo o lixo que fez durante o percurso e coloque-o num local adequado (um contentor ou um ecoponto). O lixo, principalmente o plástico, pode ser ingerido por animais, causando-lhes a morte. Não abandone os resíduos. Recicle, evitando assim o desperdício de matérias primas e a destruição de áreas naturais.

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Momento – XLIII

Momentos

Parque Nacional é sem dúvida um local de excelência para se captar momentos

Depois das Cabra-Montês – Capra Pyrenaica, das Flores do nosso Parque Nacionale da Víbora cornuda …Vipera latastei… No Gerês chega mais um artigo com os incríveis registos do Luís Borges

Hoje em vez da habitual fotografia deixamos um conjunto delas em plena Serra do Soajo

Aqui está o 31º Momento

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Para ver o artigo principal dos Momentos Luís Borges basta clicar na fotografia abaixo

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Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

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Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Santuário de Nossa Senhora da Peneda

Fotografias de Jorge Soares partilhadas no Grupo PNPGerês

Para ver a partilha original basta clicar nas mesmas

História

“O santuário foi construído entre os finais do século XVIII e o terceiro quartel do século XIX. A igreja foi terminada em 1875, embora seja provável que a tradição secular de Nossa Senhora das Neves e a dinâmica beneditina estabelecida pelo percurso dos monges do arcuense Mosteiro de Ermelo para Fiães, em Melgaço, desse lugar ao estabelecimento de um pequeno espaço de culto em redor do século XIII.

Mesmo o Rei Dom João VI de Portugal, verificando-se que a dimensão nacional deste templo mariano, agraciou a Confraria de Nossa Senhora da Peneda com o título de Real Confraria.

Diante da igreja encontra-se o escadório das virtudes, com estátuas representando a Fé, a Esperança, a Caridade e a Glória, datado de 1854, obra do mestre Francisco Luís Barreiros.

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Após um largo triangular onde se situam os antigos dormitórios para os peregrinos (hoje transformados num hotel), o santuário desenvolve-se numa alameda arborizada em escadaria, com cerca de 300 metros e 20 capelas, com cenas da vida de Cristo (Natividade e Paixão). Uma das capelas ostenta uma inscrição que atesta ter ela sido oferecida pelo negus da Etiópia. Ao fundo da alameda, numa praça circular, situa-se um pilar oferecido pela rainha Maria I de Portugal.

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Na primeira semana de Setembro realiza-se no santuário um grande arraial popular e uma enorme festividade, com um dia, inclusive, dedicado aos romeiros galegos, numa conjugação única de tradição, religiosidade e celebração popular.

Diz a lenda que ter-se-ia verificado uma aparição da Virgem, Nossa Senhora das Neves, em 5 de Agosto de 1220, a uma pequena pastora

A mesma lenda reporta-se a uma passagem anterior: por volta de 716 ou 717 os cristãos, fugidos ante a invasão dos sarracenos, teriam deixado uma imagem entre as enormes fragas da Serra da Peneda.

Implantada uma ermida/templo medieval, o culto de Nossa Senhora da Peneda aumentou gradualmente em Portugal e na Galiza, afluindo largos milhares de romeiros ao longo do ano, mas muito especialmente na primeira semana de Setembro.

O Templo enquadra-se harmoniosamente em majestoso trecho da serrania, tendo ao longo do pictórico vale vinte capelas onde se evocam as cenas bíblicas de maior intensidade, precedida de um átrio com as imagens do quatro evangelistas.

Culmina, este invulgar santuário, por um condigno pórtico e escadaria com patamar onde se ergue imponente coluna encimada pele imagem de S. Miguel Arcanjo.

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Foi nos últimos três séculos que o Santuário beneficiou de maior impulso, sob os pontos de vista espiritual e materialmente, a ponto de constituir presentemente o Altar de Fé mais em evidência na região setentrional do País.

Ultimamente, foi-lhe acrescentada uma segunda torre, o que pôs termo ao desequilíbrio arquitectónico, obra onerosa da diligente Mesa da Irmandade, constituída pelos Srs. Rev.° Padre José Borlido de Carvalho Arieiro, José Machado Veloso e Araújo Dias.”

Fonte do texto: Wikipedia

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes

Várzea

Várzea – O passado

Mais uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Antonio MBaptista

Várzea, Agosto de 1983. Na fronteira luso-galaica, na margem direita do rio Castro Laboreiro. Num tempo em que felizmente não havia ainda passadiços que não as poldras e pontes rústicas em rios e ribeiras e a paisagem deste sítio mantinha ainda alguma da sua “pureza” original. Nesse ano fiz o inventário arqueológico da área em território português que seria afectada pela barragem do Alto Lindoso, no Lima, cuja albufeira penetrava profundamente no Castro Laboreiro (a quem neste sítio também se lhe chamava rio da Várzea). Mas, de tudo o que vi e revi pedibus calcantibus, o que mais impacto me causou foi o afogamento da notável veiga desta aldeia (o mesmo tinha já acontecido a Vilarinho das Furnas, no rio Homem), que assim se descaracterizou até hoje. Paisagem transformada e harmonicamente trabalhada desde há séculos, ela é uma consequência da chamada revolução do milho. Não passo por este sítio que não me lembre sempre desta imagem de um magnífico povoamento de montanha, inteligentemente encaixado nos contrafortes da serra, aproveitando o largo terraço que o curso do Laboreiro ali formou ao longo de milénios. Uma imagem para a história…”

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja )

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Se quiser espreitar a partilha A Geira Romana basta clicar na fotografia abaixo

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Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

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Plantas e animais – Relações de interdependência

Plantas e animais – Relações de interdependência

Mais uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Miguel Brandão Pimenta

“No mundo das plantas as sementes são os órgãos da perpetuação. Necessitam contudo de quem as liberte da planta-mãe, na altura certa, na maturação. E precisam também de um disseminador que as leve para áreas mais distantes por forma a criarem novos núcleos de povoamento.

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No caso do teixo e para Albergaria – podíamos dar muitíssimos exemplos – os principais disseminadores são alguns dos mamíferos que habitam os carvalhais como a fuinha, a marta, a geneta, a raposa e muitas aves migradoras que por esta altura chegam à Reserva Biogenética. São animais capazes de transportar sementes a grandes distâncias depois de ingerirem os frutos podendo inclusive – através da influência das substancias quimícas no trato intestinal – aumentar a capacidade germinativa e em alguns casos promover a sua germinação antecipada.

Contudo, para que as aves e os mamíferos possam ingerir o fruto de uma espécie tão tóxica como teixo – a casca, as folhas e as raízes são venenosas – é necessário que haja um estímulo poderoso. Há muito que os animais da floresta aprenderam que o fruto do teixo não é venenoso. Mas é o aspecto apelativo do arilo, de tom escarlate, que serve de estímulo aos animais, uma caracteristica que o teixo desenvolveu ao longo de milhões de anos de evolução.

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Enfim, uma relação de simbiose em que todos os organismos envolvidos só têm a ganhar. Os teixos fornecem alimento e os animais “agradecem” propagando-o pelos quatro cantos da floresta.”

Não apanhe plantas, nem recolha amostras geológicas, deixe que os outros visitantes também possam contemplar a sua riqueza

A Geira Romana

Bracara Avgvsta (actual Braga) a Astvrica Avgvsta (actual Astorga)

Uma interessante partilha feita por um dos membros do grupo PNPGerês

Texto e fotografias partilhadas por Antonio MBaptista

“A Geira Romana é o nome popular de um troço da Via XVIII do Itinerário de Antonino (um roteiro redigido no século III, provavelmente a partir de versões anteriores), no seu passo pela serra do Gerês. Ligava Bracara Avgvsta (actual Braga) a Astvrica Avgvsta (actual Astorga) num percurso de CCXV milhas (c. de 318 quilómetros). Também era conhecida como VIA NOVA, sendo construída no último quartel do século I d.C., sob a dinastia dos Flávios (Vespasiano, Tito e Domiciano).

Para além do seu traçado regular, em território de montanha, ser uma obra prima da engenharia militar romana, nela se concentrava a maior colecção de miliários (marcos sinalizadores das milhas) de todo o império, um aspecto ainda hoje intrigante. A milha 0 estava em Bracara, assinalada hoje simbolicamente por um miliário moderno frente ao Museu Pio XII, no Largo de Santiago. O actual território do PNPG guarda as abundantes evidências arqueológicas entre as milhas XXIX (na Volta do Gavião, frente à antiga aldeia de Vilarinho das Furnas, perto de uma antiga trincheira da Guerra Peninsular) e a XXXIV (na Portela do Homem).

Esta foto mostra uma perspectiva da milha XXIX, com um dos mais antigos miliários da Geira em primeiro plano, à esquerda. O facto de ter insculpido o nome de Caivs Calpetanvs Rancivs, que foi governador da Hispânia Citerior entre 78 e 81 d.C., permite atribuir-lhe esta cronologia, sendo portanto da abertura original da Geira. Este sítio foi escavado em 1992, num trabalho que ali realizei em colaboração com a Unidade de Arqueologia da Universidade do Minho, e os miliários, em número de 13 (entre inteiros e fragmentados) foram então reagrupados. E assim podem hoje ser observados.

A importância de todos estes vestígios justifica que esta via romana seja classificada como Património Mundial da Unesco, devendo esta ser uma das próximas propostas a apresentar por Portugal a esta organização internacional. (foto de 2019)”

Para ver a partilha original basta clicar na fotografia

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Um troço menos conhecido da Geira Romana na Mata de Albergaria (vale do rio Homem)

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Atividades na Natureza

Caso ocorra algum acidente ou imprevisto contacte o serviço de emergência 112. Seja o mais claro e preciso que puder nas indicações sobre o local onde se encontra e sobre o que se está a passar. Caso não seja possível o contacto telefónico, mantenha a calma, coloque eventuais vítimas em segurança e protegidas do frio ou do sol e procure ajuda

Pé De Cabril – XLI

 

Pé De Cabril – XLI – Montanhas PNPGerês

Com 1238 metros de altura esta montanha está situada na serra do Gerês no conselho de Terras do Bouro

É a 12ª montanha mais alta da serra do Gerês e o seu cume um dos mais visíveis e facilmente reconhecido

Lá em cima temos uma visão de outro mundo, como pode ver AQUI

Situado Área de proteção parcial tipo I não requer autorização para se lá andar mas está sujeito a algumas regras

Se quiser ver mais basta clicar na fotografia

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Pensa que conhece o Parque Nacional? Espreite aqui o MAPA

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Atividades na Natureza

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Fotografia de PNPGerês

Tulipa Brava, Serra do Gerês!

Flores do nosso Parque Nacional

Hoje é dia de Tulipa Brava

Para todos os visitantes do Parque Nacional pedimos que nunca mas nunca apanhe plantas, nem recolha amostras geológicas, deixe que os outros visitantes também possam contemplar a sua riqueza neste caso em concreto qualquer tipo de flor

( para saber mais basta clicar nas palavras a laranja ) 

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Se quiser ver o artigo principal é só clicar na imagem abaixo

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Fotografias de Luís Borges

Dia Mundial Do Animal

Dia Mundial Do Animal

Hoje é o dia deles e por isso deixamos algumas das partinhas feitas por nós nestes últimos meses

Para ver e saber mais basta clicar nas fotografias

Cabra-Montês – Capra Pyrenaica

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Grupo PNPGerês – Cabras Montesas

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Tinoco

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Mundo Animal no PNPGerês

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Víbora cornuda …Vipera latastei… No Gerês

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Águia Real

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O Sardão

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O Gado e a Serra

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Garranos no Parque Nacional

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Mantenha-se a distância dos animais, não os alimente, observe-os com binóculos