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X Magusto Celta – Pitões das Júnias

A turística aldeia de Pitões das Júnias, volta a promover mais uma edição do “Magusto Celta”. Um evento composto por várias atividades programadas ao longo da jornada.

Aqui fica o programa

464281512_1093197566140899_5433366660132415081_n-819x1024 X Magusto Celta - Pitões das Júnias

IMG-20200531-WA0001-1024x711-1 X Magusto Celta - Pitões das Júnias

Porta Ruivas – A parede!

Em pleno coração da serra do Gerês, nas terras de Pincães existe uma magnífica parede como gostamos de dizer

No dia desta fotografia o destino era o incrível escorrega da Touça, mas sempre com os olhos postos na paisagem agreste deste colosso

Se não conhece O Escorrega da Touça basta clicar nas fotografias abaixo

Garrano-II-1024x683-1 Porta Ruivas - A parede!

Nuvens do Parque Nacional

Quando caminhamos pelo Parque Nacional tentamos observar tudo o que nos rodeia, e com frequência dizemos uns para os outros “Não se esqueçam de olhar para trás”

Neste artigo é caso para dizer: Não se esqueçam de olhar para o céu

Numa caminhada pela serra Amarela, a olhar para a Albufeira de Vilarinho Da Furna

IMG_0593-01-1024x682-1 Nuvens do Parque Nacional

  • 28337097_1710747082318310_5429713027355959454_o Nuvens do Parque Nacional

    Poço do Ferro


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    Estórias do Planalto – A raposinha


  • 117804312_3314601511932851_641695688125168833_n Nuvens do Parque Nacional

    1º Poço Verde Do Sobroso


  • MPJII Nuvens do Parque Nacional

    Fraga de Bruzaleite


  • IMG_2396-01 Nuvens do Parque Nacional

    Fonte Fria


  • Fecha-De-Barjas-IV-e1546799068584 Nuvens do Parque Nacional

    Fecha De Barjas


Código de Conduta – Parque Nacional – Contacte as autoridades locais sempre que detete alguma irregularidade

IMG-20200531-WA0001-1024x711-1 Nuvens do Parque Nacional

As Mariolas – O Gado e a Serra

As Mariolas – O Gado e a Serra

Por todo o PNPG existem centenas de Mariolas cuja principal função é orientar os pastores em tempo de nevoeiro na serra, assim como caminheiros que percorrem os trilhos existentes em todo o parque.

Falamos de uma sobreposição de pedras maioritariamente construídas por pastores mas que nos dias de hoje a sua manutenção é também realizada pelos próprios caminheiros.

Não construa Mariolas ao acaso pois dessa forma estão a prejudicar quem realmente precisa delas.

Basta ajudar na manutenção das existentes

271885162_5167666723246118_7271617331775301758_n As Mariolas - O Gado e a Serra

Fotografia de Luís Borges

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Garrano-II-1024x683-1 As Mariolas - O Gado e a Serra

Poço no Rio Teixeira


O Rio da Teixeira é uma surpresa bastante agradável no que se refere a poços, e hoje vamos divulgar mais uma sequência de alguns que mais parecem um Spa Natural 

Aqui ficam algumas fotografias para vos inspirar para o fim de semana, embora frio vai ser cheio de sol 

Rio-Teixeira-1024x683 Poço no Rio Teixeira

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Rio-Teixeira-1024x683 Poço no Rio Teixeira


Garrano-II-1024x683-1 Poço no Rio Teixeira

Meda da Rocalva

Situada no município de Terras De Bouro na freguesia de Vilar De Veiga a Meda Da Rocalva é um dos bons exemplos da paisagem granítica do Parque Nacional 

Está situada bem no centro da Serra Do Gerês e a sua geoforma granítica do tipo Meda fica bem patente nas fotografias que aqui deixamos

Tem como vizinhas o Cutelo De Pias e Roca Negra

Fica situada em Área de proteção parcial tipo I

Fotografia de Nuno Vieira

458744706_8414992178551087_3820631362155080991_n-1024x683 Meda da Rocalva

Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados

IMG-20200531-WA0001-1024x711-1 Meda da Rocalva

Corga Do Sobroso


O Verão está quase a chegar e por aqui vamos continuar a divulgar os poços do nosso Parque Nacional

Em Cabril, a terra dos poços, existe uma enorme quantidade de locais paradisíacos

Aqui fica um em plena Corga Do Sobroso

#CabrilNATURALmente

Visitem Cabril, visitem o Parque Nacional




Fonte Fria

Pitões Das Júnias é a terra das montanhas magníficas e uma das mais apetecíveis é a Fonte Fria.

Situada nas terras frias transmontanas esta montanha tem 1458 metros de altura e estar la em cima é algo que um caminheiro deve fazer pelo menos uma vez na vida.

Como sempre aqui fica uma fotografia

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Parque Nacional – Momentos

Pradolã

“Antigamente quando um casal estava preste a casar-se, era necessário que o homem, comprometido com tal compromisso, fosse, só, à serra, no início da primavera, buscar lã para ofertar à futura esposa (ainda donzela)
a flor da erva do algodão (Eriophorum angustifolium), uma flor alvíssima muito sedosa, alada, considerada por todos uma relíquia sagrada, muito poderosa, uma dádiva da montanha.
Está flor profícua à mulher terá muito a ver com a sua condição feminina, onde a pureza assume um papel sagrado muito preponderante – são juramentos eternos.
Existem locais na Serra que, a sua denominação, lembra este antigo ritual, é o caso, por exemplo, de Pradolã, em Fafião.”

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Texto e fotografia de Luís Borges

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LogoGeres-1024x710 Parque Nacional - Momentos

Obrigado pela sua visita – Parque Nacional – Portugal – www.pnpgeres.pt

Parque Nacional – Cabana de Currachã

Abrigos Pastoris – Cabana de Currachã

Tude de Sousa, no seu livro “Gerez – Notas Etnográficas, Arqueológicas e Históricas”

“(…)Para o estadio em cada curral tem o pastor, como já dissemos, o seu fôrno, ou cabana, onde se recolhe e abriga. São construções tôscas, ligeiras, de pedras sêcas, mal dispostas geralmente, umas revestidas e outras não de torrões, tapando os intervalos. Cobertas umas de telhas redondas, à portuguesa; cobertas outras de torrão, guarnecendo pedras largas e delgadas.

As suas dimensões e capacidade não são grandes: 2 a 2,50 metros de alto, por 2,50 e 3 metros de comprido, com as portas baixas, por onde o homem passe curvado e por elas não entre o gado. Três a seis, ou oito pessoas, é o máximo que nelas caberão.

A cobertura de uns fornos é redonda, aguçada; a de outros com armação em duas águas.

O pavimento coberto de fetos ou mato meúdo para amaciar a dormida e junto da porta, do lado de fora, em muitos formos, a pia, ou pias, cavadas na rocha firme, ou móveis, para a comida e bebida do cão, inseparável companheiro e amigo da montanha. A porta de serventia, única, tapada apenas por alguns gravetos de mato ou ramaria, indicadores só de uma linha de respeito.

O travejamento é tôsco, como a construção em que se emprega, e fornecido sempre pelos carvalhos mais próximos, que os há com fartura na serra, brotando e crescendo com espontânea pujança naquele solo abençoado.

Esta habitação e os costumes que descritos ficam, são mais ou menos comuns a todos os povos da serra, e não só so de Vilar da Veiga, pelo que, a não ser com alguma variação , se encontra nos homens e nos usos de Rio Caldo, de Covide, de S. João do Campo e Vilarinho, de Cabril e de Pitões e por aí fora, até termos de Suajo e Londodo, por um lado; até termos de Barroso e Montalegre, pelo outro. “(…)

Depois do pequeno resumo vamos deixando algumas fotografias das existentes por todo o Parque Nacional

Fotografia de Nuno Vieira

Código de Conduta – Parque Nacional – Cada visitante é responsável pelo lixo e detritos produzidos, deposite-os nos locais apropriados