Sabia que estas ruínas ficam em Área de Proteção Parcial de Tipo I, e que estas compreendem os espaços que contêm valores naturais significativos e de grande sensibilidade ecológica, nomeadamente valores florísticos, faunísticos, geomorfológicos e paisagísticos.
Alem disso as áreas de protecção parcial de tipo I correspondem a áreas de elevada proximidade a um estado de evolução natural e pouco alteradas pela intervenção humana e englobam bosques de carvalho, bosques ripícolas, teixiais, azerais, turfeiras, complexos geomorfológicos de relevante importância e matos.
Nestas áreas de protecção parcial de tipo I, a actividade humana é permitida em varias situações e uma delas é: Para obras de demolição de edifícios ou construções
No entanto esta situação está sujeita a autorização do ICNB, I. P
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Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros.
Por todo o PNPG existem centenas de Mariolas cuja principal função é orientar os pastores em tempo de nevoeiro na serra, assim como caminheiros que percorrem os trilhos existentes em todo o parque. Falamos de uma sobreposição de pedras maioritariamente construídas por pastores mas que nos dias de hoje a sua manutenção é também realizada pelos próprios caminheiros.
Não construa Mariolas ao acaso pois dessa forma estão a prejudicar quem realmente precisa delas.
A cabra montês (Capra pyrenaica) é um dos animais mais icónicos do Parque nacional, apesar de actualmente haver uma boa população, nem sempre foi assim.
Na verdade, este nobre habitante das serras esteve ausente várias décadas, extinto no início do sec. XX por perseguição humana directa acredita-se.
Voltou por acções de repovoamento promovidas na Galiza, por volta dos anos 90, apesar disso, a (Capra pyrenaica lusitanica) perdeu-se para sempre, a subespécie reintroduzida pelos espanhóis é a (Capra pyrenaica victoriae) com algumas diferenças morfológicas da “nossa”.
É uma presa natural do lobo ibérico, bem como da águia real (cabritos), alimenta-se sobretudo de vegetação rasteira reduzindo assim as áreas de mato denso.
Por ser um animal diurno, é também fácil de observar, desloca-se frequentemente em rebanhos cuja composição e número variam consoante a época do ano, fora da época de acasalamento, os machos adultos e subadultos formam rebanhos separados, na época de acasalamento os rebanhos tendem a ser maiores e integrados por animais de todas as idades e géneros.
Texto e fotografias de João Ferreira Fotógrafo de Natureza
Fique atento(a) a sinais como penas, fezes, pegadas, pinhas roídas (pelos esquilos, p. ex.), marcas de pernoita ou solo revirado pelos javalis. Se vir uma ave a olhar para cima, isso poderá indicar a presença de uma ave de rapina em voo. Observe o céu, mas sem deixar de ver onde põe os pés.
“Uma das quedas de água mais bonitas da Serra de Soajo, é também um dos pontos de paragem obrigatória para quem faz o Trilho “Caminho do Pão e da Fé”…”
É no Outono e no Inverno que Soajo consegue encantar ainda mais os visitantes
Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes
Em Portugal existem dois integrantes da família Viperidae, a víbora cornuda e a víbora de seoane. Apesar de vulgarmente assim serem apelidadas, estes seres não são cobras, são serpentes, cobras são as da família Colubridae.
O PNPG alberga as duas espécies, felizmente, boas populações, como a víbora de seoane está restrita à área do parque e pouco mais, esta zona do país é a única onde coexistem.
A cornuda em áreas mais secas e rochosas, a seoane em áreas mais húmidas e arborizadas, podem coexistir a escassas centenas ou dezenas de metros… Mas muito dificilmente se cruzam.
Eu é que procuro cruzar o caminho delas sempre que possível, apesar da má fama, são animais pacíficos e calmos, que evitam o contacto com qualquer ser de grande porte (humanos incluídos).
Texto e fotografias de João Ferreira Fotógrafo de Natureza
Nesta fotografia tirada pelo Nuno Vieira ao Vale da Touça conseguimos ver do lado esquerdo a Muralha de Pincães de seu nome Porta Ruivas e a não menos incrível parede da Velas Brancas
É quase no final deste vale que fica um dos mais incríveis escorregas de todo o Parque Nacional