No fim de semana passado aconteceu aquilo que todos os caminheiros desejam.
Maior parte do Parque Nacional acordou com um manto branco mas devido às circunstâncias atuais nem todos conseguiram ter o prazer de calcar essa maravilha
Foram poucos mas bons e acima de tudo solidários pois partilharam aquilo que viveram e sentiram
Foi o caso do Juliano Mota que nos permitiu sonhar ao partilhar estas maravilhas
Existem lugares pouco divulgados, mas de enorme beleza. Nesta época do ano, a aldeia do Rodeiro e a sua maravilhosa cascata, merecem a nossa visita…aventurem-se…
Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes
Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes
Nos tempos que correm o nosso Parque Nacional é cada vez mais procurado para todo o tipo de atividades.
A fotografia, quer das paisagens como do mundo animal é uma delas
Porque na internet existem milhares de pessoas que de alguma forma não podem visitar o Parque Nacional, todos os Domingos vamos partilhar uma fotografia do Nuno Vieira
Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes
Tome precauções especiais quando caminha em zonas húmidas e rochosas, para evitar quedas, e não pratique atos que possam colocar em risco a sua segurança e a dos outros. Não saia dos percursos/trilhos e caminhos existentes
Evite fazer os trilhos sozinho(a), especialmente em zonas calcárias (onde há cavidades) ou em áreas de montanha. Cuide de si! Antes de iniciar qualquer percurso, mesmo simples, avise alguém conhecido ou alguma entidade acerca do local da sua partida e do seu regresso. Assim, em caso de emergência, saberão onde socorrê-lo(a).
“Menos de 10 anos após o lamentável e sempre chorado afundamento da aldeia de Vilarinho da Furna, o rio Homem era completamente esvaziado, permitindo observar uma aldeia tornada fantasma, a sua formidável veiga na margem direita do Homem, agora inútil, retalhada por uma infinidade de muros, ainda completos, de seixos rolados (localmente chamados de jógas ou cóios) amontoados sem qualquer argamassa, criando uma geometria que só a perspectiva de um drone teria então captado em toda a sua beleza.
Agora que se vão “comemorar” os 50 anos do desaparecimento de Vilarinho da Furna, recordo nestas imagens o primeiro levantamento fotográfico que fiz deste sítio, que se tornara um ícone nos estudos da nossa etnografia após a publicação do livro de Jorge Dias, “Vilarinho da Furna, uma aldeia comunitária”, Porto, 1948, que constituíra a sua tese de doutoramento em Volkskunde, na Universidade de Munique, que assim era revista e actualizada para a língua portuguesa. Uma obra ainda hoje de grande actualidade (entretanto reeditada), ilustrada pelos desenhos do talentoso Fernando Galhano.
As casas de Vilarinho da Furna, que nesta imagem estavam já completamente destelhadas, a lembrarem um povoado da arqueologia clássica do Médio Oriente, seriam já nos anos 80 ainda mais desmanteladas pelo reaproveitamento de muitas das suas pedras, impecavelmente talhadas, que foram levadas para a construção do museu de Vilarinho, que hoje pode ser visitado junto à Porta do PNPG, de Terras de Bouro..
Não deixa de ser irónico que na comemoração que ora se faz do cinquentenário da criação do PNPG, se “comemorem” simultaneamente os 50 anos do desaparecimento de um dos seus mais emblemáticos povoados, como era a aldeia “comunitária” de Vilarinho da Furna.
A última imagem é talvez a mais simbólica, pois é sintomática da morte da aldeia. É o carneiro tumulário deixado no antigo cemitério de Vilarinho, de onde todos os mortos tinham, entretanto, sido retirados…”
Se quiser espreitar a partilha A Geira Romana basta clicar na fotografia abaixo
Se quiser espreitar a partilha Várzea basta clicar na fotografia abaixo
“As muitas fotografias publicadas na Internet pelos turistas deram a conhecer ao mundo um dos segredos mais bem guardados do PNPG. É conhecido informalmente como a “tartaruga de Castro Laboreiro”, precisamente por ser um penedo em forma de tartaruga. Trata-se de uma bola granítica que, por capricho da geologia, ao longo dos milénios ganhou uma forma arredondada, com uma saliência que faz lembrar o pescoço e cabeça de uma tartaruga. Está situada no vale de Castro Laboreiro, a caminho do Castelo local…..”